Já tinha ficado de olhos arregalados quango vi o XGL em acção, mas não pude de deixer de ficar impressionado com este gestor de janelas 3D.
Ao ler as noticias sobre a Mandriva e o seu retorno - felizmente - um tempo mais curto de lançamento, descobri também que eles pretendem fazer uma versão com este ambiente de trabalho.
O Metisse não é um ambiente de traalho completo mas seria injusto de dizer que ele é um simples gestor de janelas. É então um gestor de janelas avançado.
Não vou tar paqui no blá blá… Vão ver! Eu fiquei espantado com as janelas a darem voltas de 360 graus horizontais e verticais sobre si próprias e sobre um eixo. A serem dobradas, encolhidas… sem palavras.

O aparente caos no desenvolvimento de software livre é semelhante ao caos do transito automóvel. Uma destas noites, enquanto viajava de carro, olhei para o lado e lá estava um carro. Não olhei para o condutor apenas para a frente do carro. Eu estava num carro. O meu carro, a minha maneira de conduzir e de pensar. Do outro lado exactamente a mesma coisa mas outra pessoa. Os dois carros circulavam a mesma velocidade, pareciam sincronizados. Olhei para o resto do transito e lá estavam todos. De vez em quando um sobressaía e avançava mais. Achei esta imagem incrivelmente semelhante ao software livre. Cada um puxa por si, ou faz a sua parte , com o seu objectivo, conduzindo o seu carro a bom porto. Com alguns imprevistos pelo meio a coisa resulta. O que faz com que este sistema resulte é o código da estrada. No software livre é a GPL que permite que o desenvolvimento de software seja tão bom, tão rápido e que funcione tão bem. Mas assim como na estrada existem condutores que acham que aquelas regras não estão bem ou podem ser qebradas, no software livre isto também é, infelizmente, verdade.
Casos como o do acordo da Novell com a Microsoft, Tivo, a marca Firefox e até o Linux, fazem com que seja necessária a revisão dessas regras, no caso do software livre será a GPLv3.
Continuando na mesma linha de pensamento, uma possivel revolução:
Aquilo que o Linus tem feito é deveras triste. A que não me sai da cabeça é que mauzões que o Steve Jobs ou o Bill Gates digam que são contra os DRM e o Linus seja a favor. Pode ser sei lá, porque ele trabalha para o Open Source Development Labs que por sua vez é finaciado por Gigantes como Intel, Hp ou outros que possam utilizar essa tecnologia ou secalhar é só o meu mau feitio…
Entre outras o kernel do Linux ser GPLv2 apenas e não GPLv2 ou superior e a distribuição de drivers binários não livres no kernel.
A GPLv3 está quase a sair e o Director exectivo da SUN diz que o JAVA não saiu GPLv3 porque ainda não existe e que se já existisse seria de certeza. Também disse que teria todo o gosto se ouvesse um concensso em tornar o Open Solaris GPL. Sendo o Solaris uma referencia em termos de Unix em servidores (e não o mesmo em desktops) a sua passagem a GPLv3 torná-lo ia numa alternativa real ao Linux actual. Os drivers para linux são de código aberto, logo a portabilidade estaria bastante facilitada.
Para a criação de um ambiente completamente livre basta juntar ao OpenOEM uma especificação simples dos UIltraSparc da SUN. Ou seja, o OpenOEM é um projecto que está a tentar criar/juntar um computador aberto, e o principal seria o processador. Se o x86 seria o mais provável à partida, as sua especificaçes não estão todas disponíveis o que o tornaria morto à partida. A sun abriu todas as espeificações do UltraSpac que é um processador Multi Core para Servidores. Bastaria alterar essas especificações para criar cpu’s mais baratos. O OpenSolaris já existe para Sparc, junta-se as ferramentas GNU e cria-se um ambiente realmente livre. Um admirável mundo novo.
Pensamentos…